18 fevereiro 2012

(Des) Amar

Há quem sonhe
a outro desfalece,
Perdoa a minha não saudade
a necessidade de não tocar-te

Não há o quê querer
nada há a pertença;
ela que esqueça
o gesto não acenado

Mesmo que não voltes, e não quero
e de mim se esqueça - sim, esqueças!
e foi perfeito assim, até o fim.

Nenhum comentário: